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Movimento expansionista da fé

O movimento expansionista da fé continua a sua marcha imparável, agora com a adesão em massa dos Felizes de Nantes, na véspera da adesão da Roménia e da Bulgária à causa alheia. 

Os Felizes da Fé, como toda a gente sabe, nasceram em Lisboa em 1985 e  expandiram-se em 1986 até ao far west da América. Após a grandiosa manifestação contra o fim do mês do fim do ano de 1999, a sua mensagem espalhou-se pela Europa e tiveram felizmente grande adesão nesta cidade de província francesa. 

Marcha contra fim do ano, em Nantes.

 
Contra 2007, desfilar, desfilar
02.01.2007
Um grupo de foliões organizou uma manifestação contra o ano novo, em Nantes. Objectivo: interromper a "louca corrida" do tempo
Nem a chuva que caía copiosamente nem as fortes rajadas de vento refrearam os ânimos dos 500 a 600 manifestantes que ontem passaram o ano a dizer "Não a 2007!", num delirante desfile pelo centro de Nantes, em França. Objectivo? Permanecer em 2006, interromper a "louca corrida" do tempo. Perderam a batalha, mas a manifestação foi um sucesso. A chegada do ano novo foi enfrentada com bonomia e uma ligeira alteração no slogan. "Não a 2008!", gritavam, ao início da madrugada, dispostos já a realizar um protesto semelhante em 31 de Dezembro deste ano, mas agora nos Campos Elísios, em Paris. "2008 não passará!", acreditam.
A singular manifestação começou às 21h00 de domingo, no centro de Nantes, com música e vinho quente. No meio da multidão, viam-se pequenas delegações belgas e suíças. "2006 é um bom ano. Porque temos de mudar?", perguntavam.
Este é já a segunda vez que a Fonacom - FONA, de Frente de Oposição ao Novo Ano, e Con, de Comité de Organização Nacional - organiza uma marcha contra o ano novo. Em 2005, juntou cerca de 300 pessoas nas ruas de Chauché, uma pequena vila asSul de Nantes. Este ano, o número de manifestantes duplicou, chegou ao centro de Nantes e a Fonacom espera agora que a ideia contagie os cidadãos de outras paragens, um pouco por todo o mundo.
Alegando que é "ilógico" celebrar a passagem do tempo, os responsáveis da Fonacom lembram que o fim do ano é mais "um passo para o túmulo" e, por isso mesmo, "uma tragédia".
Sob a direcção de Callix, o "chefe de orquestra", os militantes anti-2007 protestaram, assim, vigorosamente contra "a chegada do escandaloso ano" novo. Ensaiaram mesmo uma marcha atrás para "fazer recuar a marcha do tempo". "O mundo vai compreender que é necessário parar esta louca corrida em direcção ao futuro. Pedimos aos governos e às Nações Unidas que declarem uma moratória para fazer parar o 31 de Dezembro", explicava Callix.
Para divulgar ao mundo o evento deste ano, foi convocada uma conferência de imprensa clandestina, no final de Novembro, em que os responsáveis da Fonacom surgiram de cara tapada. Aos que ousaram questionar, então, a derrota da manifestação contra 2006 responderam, singelos: "Sim, perdemos [essa batalha], mas a França também perdeu o Campeonato do Mundo".
No site da Frente de Oposição (fonacom.net) - que recebeu mais de 50 mil visitas nas últimas semanas -, os organizadores lamentam que "os grandes deste mundo permaneçam surdos a este apelo", mas prometem continuar com a mobilização. A Fonacom, afirmam, está aberta "a todos os que não se levam a sério" e que desejam participar "num momento festivo e delirante". E não são necessárias inscrições. "Basta bloquear o 31 de Dezembro".

in Público, 2 Jan 2007 (pdf)

Direito de riposta: 
in Público, 3 Jan. 2007
 
 

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Actualizado em 04 Janeiro 2007
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